Paulo Cunha e Silva [+]

Há precisamente quatro anos a cidade interrompeu, abruptamente, um dos mais felizes e vibrantes ciclos da sua história recente.

Depois da esperança que a ‘Capital Europeia da Cultura’ trouxe à cidade do Porto no início deste século, transformando-a, a cidade viveu 12 anos dum cinzentismo sem precedentes. Até que, em 2013, Paulo Cunha E Silva – a aposta de Rui Moreira para a Cultura – transformou, em apenas dois anos, o modo como ainda hoje vivemos a própria cidade.

Foram, indiscutivelmente, os dois anos mais felizes que vivi o Porto.

Ficou essa energia contagiante, bem como uma série de estruturas que perduram com enorme sucesso e vitalidade, tais como a devolução à cidade do ‘Rivoli Teatro-Municipal do Porto’, a ‘Galeria Municipal do Porto’, o ‘Festival Dias-Da-Dança’, o ‘Cultura em Expansão’, o ‘Fórum do Futuro’ – que teve este ano uma das suas melhores edições -, sendo, a meu ver, os principais responsáveis desse legado Tiago Guedes e Joaquim Guilherme Blanc, bem como, evidentemente, o próprio Presidente que assumiu à data o pelouro da Cultura, Rui Moreira.

Fica o seu legado, bem como a memória que dele transportamos, cabendo a cada um de nós fazer aquilo que nos for possível.

 

Fotografia: Miguel Nogueira

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